Quinta da Vitória
terça-feira, 31 de maio de 2016
Guia seguro para quem deseja salvar um casamento
SOFRIMENTO, O PREÇO DA MISSÃO
A vida cristã não é indolor. O sofrimento é uma realidade inegável neste mundo,
especialmente na vida dos cristãos.
O apóstolo Paulo chegou a dizer que todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos (2Tm 3.12).
Os patriarcas sofreram. Os profetas sofreram, e alguns deles selaram seu testemunho com o seu próprio sangue.
O ministério não acontece à margem do sofrimento.
Nem mesmo Jesus, o Filho de Deus, foi poupado do sofrimento.
Assim diz a Escritura: Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu (Hb 5.7,8).
Os apóstolos sofreram. Na verdade, exceto o apóstolo João, que foi banido para a ilha de Patmos em sua velhice, todos os outros apóstolos foram mortos pelo viés do martírio.
O apóstolo Paulo chega a dar o seu testemunho: Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens [...]. Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa [...] até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos (1Co 4.9,11,13).
Os pais da igreja padeceram severo sofrimento. Alguns deles foram presos, castigados e tombaram na seara como mártires. Entretanto, açoitados ou queimados vivos, morriam cantando e proclamando sua fé inabalável em Jesus Cristo, o Filho de Deus.
Os pré-reformadores sofreram amargamente. Alguns deles foram perseguidos, como John Wycliffe; outros, queimados vivos, como Jan Hus e Girolamo Savonarola; outros ainda foram esquartejados, como William Tyndale.
Os reformadores também sofreram. Enfrentaram perseguição de toda ordem. Foram difamados, caluniados e acuados tanto política como religiosamente.
Os missionários sofreram e sofrem intensa perseguição, seja nos campos fechados e hostis, seja numa sociedade aberta, mas secularizada. A pregação do verdadeiro evangelho nunca foi popular e jamais o será. Porque o mundo odiou Cristo, também nos odiará. O discípulo não pode ser maior do que o seu Senhor.
O sofrimento é o cardápio do dia do cristão.
Não se pode esperar tempos de bonança para cumprir a missão.
Antes da coroa, precisamos tomar a cruz.
A missão acontece na esteira do sofrimento.
A colheita com júbilo é precedida da semeadura com lágrimas.
O nosso sofrimento por causa do evangelho não deve nos levar ao desânimo, mas a uma intensa e gloriosa alegria!
HERNANDES DIAS LOPES
segunda-feira, 22 de junho de 2015
A família sob ataque
Nas tendas dos justos há voz de júbilo e de salvação;
a destra do Senhor faz proezas.
Salmo 118.15
a destra do Senhor faz proezas.
Salmo 118.15
A família brasileira está encurralada por crises medonhas. Há uma orquestração perversa contra essa instituição divina, com o propósito de solapar seus alicerces e descontruir seus valores. Abordaremos
quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentes.Em primeiro lugar, a mídia televisiva. A televisão é o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nenhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, deturpa. Agora, de forma desavergonhada, a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homoafetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas de uma indução tendenciosa. Os programas que tratam desse assunto têm a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família, já que exaltam a prática homossexual que a Escritura chama de erro, torpeza, abominação, disposição mental reprovável, paixão infame, algo contrário à natureza. Em segundo lugar, a Suprema Corte. A Suprema Corte brasileira, ou seja, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. Não é de hoje que a nação brasileira colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Então, os juízes da nossa nação reconheceram como legal e moral a
relação de um homem com outro homem e de uma mulher com outra mulher. Sendo assim, precisaremos redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Já que estão colocando os valores morais de ponta-cabeça. Estão desmoronando o que Deus edificou. Estão se
insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Dessa forma, os brasileiros, com sua pretensa sabedoria, julgam-se sábios, mas tornaram-se loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus fez e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer. Em terceiro lugar, o Ministério da Educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade, mourejam para o progresso da nação, o Ministério da Educação lançou um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas. Com isso, o Ministério não se propôs a esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas a induzi-los à prática homossexual. É claro que o pretendido é tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. É também domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta o criador. Portanto, é preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do Ministério da Educação, que, em vez de sair em defesa da família e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em quarto lugar, o Congresso Nacional. Está na pauta do Congresso Nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a Constituição Federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus, a qual considera a relação homossexual algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também punir com os rigores da lei aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, acautelemo-nos diante dessas ameaças!
Aprendendo com Jesus
Convido você a matricular-se
na escola da oração.
O nosso mestre por excelência é o próprio Filho de Deus. Aprendamos a orar com ele e por intermédio dele. Jesus não apenas falou de oração; ele orou. Seu exemplo é um poderoso encorajamento para a igreja. Hoje falamos muito de oração, mas oramos pouco. Temos uma profunda teologia acerca da oração, mas não oramos. Falamos com vigor sobre o poder da oração, mas as reuniões de oração estão vazias. Citamos belos exemplos de homens e mulheres que se matricularam nessa escola e triunfaram pela oração, mas continuamos fora da escola da oração. Não há poder sem oração. Não há unção do Espírito sem oração. Não há avivamento sem oração. Nenhuma obra importante de Deus é feita sem oração. Não há poder no púlpito onde os bancos estão vazios de oração. É conhecida a expressão “Muita oração, muito poder; pouca oração, pouco poder; nenhuma oração, nenhum poder.” E. M. Bounds disse, com razão, que homens mortos tiram de si sermões mortos, e sermões mortos matam. Sem oração, a pregação gera morte, e não vida. Jesus orou com profundidade e pregou com autoridade.
Destacamos alguns fatos importantes acerca do ministério de oração de Jesus.
O cansaço físico não impedia Jesus de orar
- Jesus orou quando foi batizado
- Jesus se retirava para orar quando a multidão o procurava apenas atrás de milagres
- Jesus orou uma noite inteira antes de escolher os doze apóstolos
- Jesus orou antes de fazer uma importante pergunta aos discípulos
- Jesus orou no monte da transfiguração antes de subir a Jerusalém para ser preso, condenado e morto na cruz
- Jesus orou antes de ensinar a seus discípulos acerca da oração
- Jesus orou no túmulo de Lázaro
- Jesus orou por Pedro antes que este o Negasse
- Jesus orou durante a instituição da ceia
- Jesus orou no Getsêmani, na hora mais decisiva da história
- Jesus orou na cruz
- Jesus orou após sua ressurreição
- Jesus está orando por nós à destra do Pai
A oração para Jesus era intimidade com o Pai, e não desempenho diante dos homens
Jesus dava mais valor à comunhão com o Pai do que ao sucesso diante dos homens
Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 16 de junho de 2015
UM MUNDO CLAMANDO POR MISSÕES
Lição e censura a Jonas
Quando Deus agiu, salvando ninivitas,
Jonas ficou contrariado, porque pensou na segurança política de Israel. É como se o pregador colocasse seus interesses pessoais à frente dos interesses do reino de Deus. Foi preciso que Deus o levasse a sentir o valor de uma alma. Se Jonas creu ser razoável irar-se por uma planta com a qual não contribuiu em nada para sua existência, como não dar lado para compreender o tão grande e poderoso amor de um Deus-Criador, que fízera com carinho e doçura cada criatura que estava naquela metrópole?
Fonte: Revista de Estudos Bíblicos Aleluia
terça-feira, 21 de agosto de 2012
A Numerologia Bíblica
Takayama Miriansanae
- Cada palavra, hebraica ou grega, é também uma soma aritmética.
Por exemplo, a palavra hebraica YAWEH (=Senhor, referindo-se a Deus), tem o valor numérico de 26 enquanto a palavra grega Iesous (Jesus) tem o valor numérico de 888.
2. Podemos desde logo começar pelo primeiro capítulo e primeiro versículo da Bíblia. Na sua língua original, este versículo contém o seguinte:
O número das palavras é sete;
Estas sete palavras têm 28 letras (=4 setes)
As primeiras três palavras têm 14 letras (=2 setes). As últimas quatro palavras têm 14 letras (=2 setes);
As palavras quarta e quinta têm sete letras, as palavras sexta e sétima têm também sete letras;
As palavras "DEUS" (sujeito da oração) e "CÉUS", "TERRA" (complemento directo) têm, na língua original, 14 letras (=2 setes). As restantes palavras têm também o valor numérico de 14 (=2 setes);
O valor numérico de cada uma das sete palavras deste versículo é 1393 (=199 setes);
A primeira letra da primeira palavra e a última letra da terceira palavra somam 42 (=6 setes)
A primeira letra da quarta palavra e a última letra da sétima somam 91 (=13 setes)
Ficando para as restantes o valor numérico de 1260, ou seja, 180 setes !
Mais exemplos... 1. A palavra hebraica "Elohim", traduzida por "Deus" é plural. Representa Deus Tri-Uno: Pai, Filho e Espírito Santo. Os Três participaram na criação do Homem e os três participam na redenção do mesmo. "E disse Deus (Elohim): Façamos o homem à nossa imagem". A expressão em hebraico tem dez letras com os seguintes valores numéricos: 6,10,1,40,200,1,30,5,10,40, que totalizam 343 (= 7x7x7). É portanto, o SETE elevado ao cubo.
2. O Cordeiro de Deus (Jesus Cristo, João 1:29) foi tipificado pelo Cordeiro Pascal do Velho Testamento. A verdade da Páscoa é o coração da Bíblia e estabelece o princípio divino da expiação pelo sangue. O Velho Testamento contém a palavra páscoa 49 vezes (7x7). A mesma palavra aparece no Novo Testamento 28 vezes (4 x7).
3. A Bíblia inteira contém a palavra "páscoa" 77 vezes (11 x 7). Ora, o número ONZE na Escritura é o número que expressa graça (um benefício de Deus) - Lê Efésios 2:8,9 - "Pela graça sois salvos, por meio da fé. Isto não vem de vós é dom de Deus. Não vem das obras para que ninguém se glorie". 7x 11 traduz, pois, o concerto da expiação pelo sangue, a redenção pela graça. Lemos em 1Coríntios 5:7: "Cristo, a nossa Páscoa, foi sacrificado por nós".
4. O Evangelho de Lucas dá-nos a genealogia do "Filho do Homem". Segundo Lucas, desde Deus encarnado (Jesus Cristo) até Adão, há 77 nomes na Sua genealogia, ou sejam, 11x7.
5. Os Quatro Evangelhos recordam 7 frases de Jesus na cruz: 3 em João, 3 em Lucas e 1 em Mateus, que também é apresentada em Marcos. No texto grego, o número de palavras empregadas nas sete frases é 49 (7x7). A sétima frase de Jesus, na Cruz, foi: "Está consumado, Nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito".
6. Deus descansou ao sétimo dia.
7. Enoque foi o sétimo depois de Adão e ele foi o único, junto com Elias, que não passou pela morte, antes foi arrebatado (trasladado) para o céu, como serão todos os que estiverem vivos na altura da Vinda do Senhor Jesus Cristo para arrebatar a Sua Igreja.
8. A Páscoa era anualmente sacrificada, como um memorial no dia 14 (2x7), do mês de Abib ou Nisan (o primeiro mês do calendário judaico, que corresponde a Março/Abril).
9. A festa dos pães asmos, que lhe seguia, impunha que se comessem pães asmos (sem fermento, que é o símbolo do pecado), durante SETE dias - Levítico 23:6.
10. A festa do Pentecostes: "depois para vós contareis desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxeres o molho da oferta movida: sete semanas (7x7) inteiras serão" (Lev. 23:15).
11. A Festa das Trombetas era no primeiro dia do mês sétimo (Lev. 23:24). O dia da expedição era o "decimo dia do SÉTIMO mês" (Lev. 23:27).
12. O remanescente de Israel foi exilado para a Babilónia durante setenta anos (10x7).
13. Também no Novo Testamento abundam os SETES. No Apocalipse, que é o livro da consumação da redenção, o sete domina todos os textos: sete igrejas, sete espíritos, sete castiças de ouro, sete estrelas, sete lâmpadas de fogo, sete trombetas, sete taças, sete olhos, sete anos, sete trovões, sete mil, sete coroas, sete últimas pragas, sete montes, sete reis, etc. etc.
14. A palavra Cordeiro que revela o Senhor Jesus Cristo na Sua Obra expiatória e redentora, aparece no Livro do Apocalipse 28 vezes (4x7) que corresponde exactamente ao mesmo número de vezes que a palavra páscoa aparece no Novo Testamento.
domingo, 19 de agosto de 2012
É pecado fumar?
Fumar é pecado?
Resposta Apologética
Pode o fumar ser considerado “benéfico” (I Coríntios 6.12)? Pode-se dizer que fumar é verdadeiramente “honrar a Deus com seu corpo” (I Coríntios 6.20)? Pode uma pessoa honestamente fumar “para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31)? Cremos que a resposta a estas três perguntas é um grande e redondo “não”. Como resultado, cremos que fumar é um pecado, não devendo então ser praticado pelos seguidores de Jesus Cristo.
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